segunda-feira, 23 de setembro de 2013
RECEITA DA GIGI
FAROFA COM CASTANHA DO PARÁ
INGREDIENTES
2 COLHERES (SOPA) DE MANTEIGA
1 XÍCARA (CHÁ) DE BACON PICADO
3 BANANAS EM RODELAS
1/2 XÍCARA (CHÁ) DE UVA PASSA BRANCA
1/2 XÍCARA (CHÁ) DE CHEIRO VERDE
1 XÍCARA (CHÁ) DE CASTANHA DO PARÁ PICADA
3 XÍCARA (CHÁ) DE FARINHA DE MANDIOCA
SAL A GOSTO
MODO DE PREPARO
AQUEÇA UMA PANELA COM A MANTEIGA E FRITE O BACON ATÉ DOURAR.
ADICIONE A BANANA, A UVA PASSA, O CHEIRO VERDE, A CASTANHA, A FARINHA E O SAL.
COZINHE POR 2 MINUTOS, MEXENDO SEMPRE.
TRANSFIRA PARA UMA TRAVESSA E SIRVA.
domingo, 22 de setembro de 2013
REFLEXÕES
Eu estava à beira de chegar atrasada. No entanto, uma vozinha dentro de mim disse: "Pare."
Então parei. Olhei para ela. Aproximei-me, peguei sua mão e a rodopiei. Minha filha de sete anos, Caitlin, entrou em nossa órbita e eu também a peguei. Nós três dançamos alucinadamente pela sala de jantar até chegarmos à sala de estar. Ríamos. Rodopiávamos. Será que os vizinhos podiam ver a loucura pelas janelas? Não tinha importância. A música chegou ao fim com um floreio dramático e nossa dança terminou com ela. Dei um tapinha em seus traseiros e mandei que fossem tomar banho.
Elas subiram as escadas, sem fôlego, seus risinhos ricocheteando pelas paredes. Voltei aos meus afazeres. Estava dobrada para a frente, enfiando papéis em uma pasta, quando ouvi a mais nova falar para a irmã:
- Caitlin, você não acha que a mamãe é a mais melhor de todas?
Congelei. Eu quase correra pela vida, perdendo aquele momento. Meu pensamento foi para os prêmios e os diplomas que cobriam as paredes do meu escritório. Nenhum prêmio, nenhuma realização que eu jamais alcançara, poderia se comparar a isso: "Você não acha que a mamãe é a mais melhor?"
Minha filha disse isso quando tinha quatro anos. Não espero que ela o diga com quatorze. Mas, aos quarenta, se ela se inclinar por cima daquela caixa de pinho para dizer adeus para o recipiente descartado da minha alma, quero que o diga.
"Mamãe não é a mais melhor?"
Não combina com meu currículo. Mas quero isso gravado na minha lápide.
Gina Barrett Schlesinger
RECEITA DA GIGI
PASTEL ASSADO DE BRÓCOLIS E CENOURA
INGREDIENTES
MASSA
1/2 XÍCARA (CHÁ) DE CENOURA COZIDA E AMASSADA
2 XÍCARAS (CHÁ) DE FARINHA DE TRIGO
1 OVO
1/4 XÍCARA (CHÁ) DE LEITE
2 COLHERES (SOPA) DE ÓLEO
1 COLHER (SOPA) DE FERMENTO EM PÓ
1 COLHER (CAFÉ) DE SAL
RECHEIO
2 COLHERES (SOPA) DE ÓLEO
1/2 XÍCARA (CHÁ) DE CEBOLA PICADA
2 DENTES DE ALHO PICADOS
1 XÍCARA (CHÁ) DE TOMATE PICADO
1 XÍCARA (CHÁ) DE BRÓCOLIS PICADO
1 XÍCARA (CHÁ) DE FOLHA DE CENOURA PICADA
100G DE MUSSARELA
1 COLHER (CHÁ) DE SAL
ORÉGANO A GOSTO
1 GEMA PARA PINCELAR
MODO DE PREPARO
MASSA
MISTURE OS INGREDIENTES, AMASSE BEM E RESERVE.
RECHEIO
REFOGUE A CEBOLA, O ALHO E O TOMATE NO ÓLEO.
JUNTE OS OUTROS INGREDIENTES E MEXA.
ABRA A MASSA, RECHEIE E MODELE OS PASTÉIS.
PINCELE A GEMA BATIDA E LEVE AO FORNO ATÉ DOURAR BEM.
SIRVA QUENTE.
sábado, 21 de setembro de 2013
REFLEXÃO
Ciúme
Letícia Thompson
Não adianta! Por mais que digamos que não, devemos confessar que nos
sentimos importantes quando alguém sente ciúme da gente. O sentimento
inicial é de zelo: aquela pessoa nos ama tanto que quer nos proteger.
Quando nenhum ciúme entra em jogo, o sentimento que temos é de descaso.
O ciúme é um sentimento possessivo e demonstra insegurança da parte de quem o sente. A pessoa extremamente ciumenta não tem confiança em si mesma e no seu poder natural de "prender" a pessoa à ela. É alguém infeliz que desconfia de tudo e de todos e nunca está tranquilo, pois na sua cabeça tudo se transforma de maneira a dar razão ao que sente.
O ciúme é como uma prisão. Aos pouquinhos tudo vai se fechando em torno da pessoa objeto do ciúme e se ela não reage estará no fim das contas fechada entre quatro paredes, de pés e mãos atados. Isso não é sadio. Quando amamos alguém devemos dar-lhe ar e não impedir que esse respire. Nosso objetivo principal deveria ser de ver a pessoa amada feliz e não uma marionete sem vontades, que podemos controlar o tempo todo, sempre à nossa disposição.
Porém, mesmo se amamos profundamente uma pessoa e que essa pessoa nos ame, ninguém pertence a ninguém. Somos todos indivíduos, com vontades próprias, sentimentos próprios, desejos próprios. Damos da nossa vida e do nosso coração, mas continuamos sendo uma pessoa à parte. É bonito falar em fusão no amor, mas na realidade, se permitimos essa fusão, perdemos nossa personalidade. Uma pessoa que vive em absoluto em função de outra pessoa perdeu-se a sim mesma, é uma luz apagada.
Um ciumento compulsivo acha que tudo lhe pertence e tem necessidade de ter o controle das coisas e pessoas. É uma pessoa doente que deve e precisa curar-se. Deve tentar recuperar sua auto-estima, sua auto-confiança. Deve aprender que não se força ninguém e nada a estar ao nosso lado e, menos ainda, na nossa vida. As pessoas que ficam, que seja na amizade ou no amor, devem estar por livre escolha.
Saber que alguém está conosco porque escolheu estar é gostoso, é enriquecedor.
Contudo e apesar de tudo, não há nenhum mal em um bocadinho de ciúme. Só um pouquinho. Como o perfume no corpo. Nunca demais. O suficiente para temperar o relacionamento, pra fazer com que o outro sinta que tem algum valor. Algo agradável de se sentir e viver.
Faz parte do ser humano e podemos notar mesmo nas espécies animais o sentimento de ciúme. Nada errado com isso. O importante é descobrir a medida exata dos nossos sentimentos e os limites que existem dentro de um relacionamento, sempre visando o respeito do outro.
O importante é saber temperar para que parte e outra sintam-se realizadas e felizes...
O ciúme é um sentimento possessivo e demonstra insegurança da parte de quem o sente. A pessoa extremamente ciumenta não tem confiança em si mesma e no seu poder natural de "prender" a pessoa à ela. É alguém infeliz que desconfia de tudo e de todos e nunca está tranquilo, pois na sua cabeça tudo se transforma de maneira a dar razão ao que sente.
O ciúme é como uma prisão. Aos pouquinhos tudo vai se fechando em torno da pessoa objeto do ciúme e se ela não reage estará no fim das contas fechada entre quatro paredes, de pés e mãos atados. Isso não é sadio. Quando amamos alguém devemos dar-lhe ar e não impedir que esse respire. Nosso objetivo principal deveria ser de ver a pessoa amada feliz e não uma marionete sem vontades, que podemos controlar o tempo todo, sempre à nossa disposição.
Porém, mesmo se amamos profundamente uma pessoa e que essa pessoa nos ame, ninguém pertence a ninguém. Somos todos indivíduos, com vontades próprias, sentimentos próprios, desejos próprios. Damos da nossa vida e do nosso coração, mas continuamos sendo uma pessoa à parte. É bonito falar em fusão no amor, mas na realidade, se permitimos essa fusão, perdemos nossa personalidade. Uma pessoa que vive em absoluto em função de outra pessoa perdeu-se a sim mesma, é uma luz apagada.
Um ciumento compulsivo acha que tudo lhe pertence e tem necessidade de ter o controle das coisas e pessoas. É uma pessoa doente que deve e precisa curar-se. Deve tentar recuperar sua auto-estima, sua auto-confiança. Deve aprender que não se força ninguém e nada a estar ao nosso lado e, menos ainda, na nossa vida. As pessoas que ficam, que seja na amizade ou no amor, devem estar por livre escolha.
Saber que alguém está conosco porque escolheu estar é gostoso, é enriquecedor.
Contudo e apesar de tudo, não há nenhum mal em um bocadinho de ciúme. Só um pouquinho. Como o perfume no corpo. Nunca demais. O suficiente para temperar o relacionamento, pra fazer com que o outro sinta que tem algum valor. Algo agradável de se sentir e viver.
Faz parte do ser humano e podemos notar mesmo nas espécies animais o sentimento de ciúme. Nada errado com isso. O importante é descobrir a medida exata dos nossos sentimentos e os limites que existem dentro de um relacionamento, sempre visando o respeito do outro.
O importante é saber temperar para que parte e outra sintam-se realizadas e felizes...
RECEITA DA GIGI
SUFLÊ DE CASCA DE MELANCIA
INGREDIENTES
2 XÍCARAS (CHÁ) DA ENTRECASCA DE MELANCIA PICADA (A PARTE BRANCA)
1 COLHER (SOPA) DE ÓLEO
2 COLHERES (SOPA) DE CEBOLA PICADA
1 DENTE DE ALHO PICADO
1 COLHER (CHÁ) DE SAL
2 COLHERES (SOPA) DE MARGARINA
3 COLHERES (SOPA) DE FARINHA DE TRIGO
3 XÍCARAS (CHÁ) DE LEITE
2 COLHERES (SOPA) DE QUEIJO RALADO
2 GEMAS
2 CLARAS EM NEVE
1 COLHER (SOBREMESA) DE FARINHA DE ROSCA
2 COLHERES (SOPA) DE GERGELIM
MODO DE PREPARO
REFOGUE A CASCA NO ÓLEO, A CEBOLA, O ALHO E O SAL. RESERVE
DERRETA A MARGARINA, JUNTE A FARINHA E DEIXE DOURAR.
COLOQUE O LEITE AOS POUCOS, ADICIONE O QUEIJO E MEXA ATÉ ENGROSSAR.
MISTURE ESSE MOLHO AO REFOGADO.
DEIXE ESFRIAR, ACRESCENTE AS GEMAS E MISTURE.
JUNTE AS CLARAS EM NEVE E MEXA DELICADAMENTE.
COLOQUE EM UM REFRATÁRIO UNTADO COM FARINHA DE ROSCA E GERGELIM
LEVE AO FORNO PARA GRATINAR.
sexta-feira, 20 de setembro de 2013
REFLEXÕES
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Texto adaptado de uma história de Portia Nelson: |
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Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Estou distraído, pensando em mim, e caio lá dentro. Me sinto perdido, infeliz, incapaz de pedir ajuda. Não foi minha culpa, mas de quem cavou aquele buraco ali. Eu me revolto, fico desesperado, sou uma vítima da irresponsabilidade dos outros e passo muito tempo lá dentro. Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Finjo que não vejo, aquilo não é meu problema. Eu caio de novo lá dentro. Não posso acreditar que isso aconteceu mais uma vez. Devia ter aprendido a lição e mandado alguém fechar o buraco. Demoro muito tempo para sair dali. Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu o vejo. Eu sei que ele está ali, porque já caí duas vezes. Entretanto, sou uma pessoa acostumada a fazer sempre o mesmo trajeto. Por esse motivo, caio uma terceira vez: é o hábito. Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu dou a volta em torno dele. Logo depois de passar, escuto alguém gritando - deve ter caído naquele buraco. A rua fica interditada, e eu não posso seguir adiante. Eu caminho pela rua. Existe um buraco na calçada. Eu coloco tábuas em cima. Posso seguir meu caminho e ninguém mais tornará a cair ali. Paulo Coelho |
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